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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Cristiane Santos Barreto - A travessia do narrativo para o dramático no contexto educaconal

“Existe um debate em todas as linhas pedagógicas, tanto na escola particular como na escola pública, sobre como incentivar e estimular os alunos em relação à leitura diante da perspectiva das novas tecnologias. É muito comum os educador “Ao optar pela proposta triangular: Fazer, Conhecer e Apreciar como eixo de ensino e aprendizagem, os conteúdos precisam ser selecionados e distribuídos entre os ciclos de maneira gradual, para que essa seleção contemple temas que possam favorecer determinado ciclo, determinada turma e determinada escola. Deve-se ter cuidado nas escolhas para não enfatizar o conhecimento teórico e deixar de lado o fazer ou a apreciação, por exemplo.”

É muito comum os educadores dizerem: “os alunos não lêem”. Acredita-se que essa afirmação precisa ser analisada a depender do ponto de vista que se trata “leitor” e “leitura” no âmbito educacional. Ao considerarmos que os alunos lêem o que se sentem atraídos ou com vontade, como por exemplo, vídeo games, TV, novelas, sites, clips, filmes, músicas, salas de chat, jornais de esporte, revistas, dentre outros, teremos então, tipos de leitores e leituras específicas.”

“... cada leitor participa do diálogo com o autor, e compreende os signos apresentados no texto, de maneira própria, de acordo com a sua experiência pessoal, sua trajetória, sua posição social, seu ponto de vista.”

Comentários:

Em qualquer disciplina, tanto nas redes particulares ou publicas, o incentivo à leitura tem de vir na metodologia do educador. Tem que permear o discurso do aluno para que de fato a sua alfabetização esteja sendo praticada, evitando o uso incorreto e diminuindo a porcentagem de erro gramatical, além da incompreensão textual como foi apontado há alguns anos com os estudantes brasileiros, por exemplo, pelo Ministério da Educação e provas como o Enem.

Este ano nas aulas que ministro no Colégio Estadual Odorico Tavares, fiz um tirocínio no primeiro dia de aula com os alunos para saber quais áreas lhe interessavam, desde filmes a esportes, leituras e matérias preferidas... No final, a maioria muito ligada ao mundo dos games- virtual, principalmente RPG, além dos animes (mangás japoneses, transformados em desenho animado), propus um levantamento em grupos de pesquisa à leitura de quadrinhos, gibis e mangás. O incentivo a cultura de ler em sala de aula só foi possível para esta turma (1M1), porque o assunto era de pleno interesse deles, estimulavam-nos e instigando-os ao ponto de gerar uma construção textual, com narrativas e diálogos, rubricas e marcações, confeccionando por fim um quadrinho com temas que forma levantados e debatidos na sala de aula.

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