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terça-feira, 15 de maio de 2012

FICHAMENTO DO TEXTO:A ESCRITA TEATRAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE ALESSANDRA ANCONA DE FARIA


FICHAMENTO DO TEXTO:A ESCRITA TEATRAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE ALESSANDRA ANCONA DE FARIA pela Pontifícia Universidade Católica.

“A escola pública tem se confrontado com diversos problemas para oferecer uma educação de qualidade para seus educandos.” (p.1, l. 1-2).

“[...] a formação deve ser pensada como um processo permanente, que parta de problemas concretos experimentados pelo professor e que possa ser uma reflexão que relaciona a teoria à prática por ele vivida.”. (p. 1, l. 9-12).

“[...]. O que se pretende é a visão da prática como um momento de síntese, de construção/reconstrução teórica.”. (p. 1, l. 20-21).

“Trabalhar com a história de vida dos professores é entender a formação como um processo de construção de sentido, a construção de um sentido que só será possível na proposição de que cada professor possa criar a sua história, possa inventar  permanentemente as formas pelas quais quer estar no mundo, entender e repensar suas concepções de educação e que possa dialogar com os seus colegas para a construção de um espaço comum, de uma escola que comporte as particularidades de cada um, mas que tenha um projeto de educação coletivo, dialogado e em permanente reflexão.”. (p. 1-2, l. 22-4).

“[...] a presença da arte é fundamental para que, a formação permita vivenciar as relações entre o real e o imaginário, entre o real como está definido atualmente e a possibilidade de transformação desta realidade.”. (p. 2, l. 5-8).

“A exploração da improvisação por intermédio do jogo teatral está fundamentada em dois conceitos que esclarecem o motivo de sua escolha, que são os conceitos de presença e de fiscalizar (Spolin, 1977). A impossibilidade de resolução das proposições individualmente, que faz parte da estrutura do jogo teatral, propõe que a relação coletiva se fortaleça e crie unidade, cada um se reconhecendo como integrante de um coletivo.”. (p. 2, l. 19-22).

“Embora a prática do jogo teatral já possa trazer por si mesma uma reflexão aprofundada, entendo ser importante uma sistematização destas experiências vivenciadas coletivamente, agora de forma também individualizada. Para tanto, proponho a utilização da escrita dramatúrgica.”. (p. 2, l. 26-29).

“As características diferenciadoras da escrita dramatúrgica como ferramenta para a formação continuada do professor sem a dissociação entre ação/reflexão ou teoria/prática, podem, em parte, ser elencadas no modo de caracterização da dramaturgia contemporânea [...].”. (p. 3, l. 21-22).

“O tempo e o espaço deixam de existir com uma relação de causa e efeito, de continuidade, passando a ser metafóricos, indefinidos e fragmentados.” (p. 3, l. 24-25)

“Enfraquecimento da personagem com função enunciadora, a palavra é mais um elemento simbólico.” (p. 3, l. 26-27)

“A fragmentação é característica tanto para a escrita como para a estrutura da peça.”. (p. 3, l. 28)

“A intertextualidade, a apropriação de textos alheios.”. (p. 3, l. 29)

“O hibridismo, tanto os gêneros como as linguagens artísticas se misturam.”. (p. 3, l. 30)

“A imitação da realidade perde importância, uso da metalinguagem na estrutura da fábula.” (p. 4, l. 1-2)

“O conteúdo é a unidade básica que sustenta a existência da narração.”. (p. 4, l. 3)

“[...]a história de vida do professor passa a constituir a reflexão sobre seu trabalho docente, estabelecendo uma identificação entre estas histórias e a escrita teatral. Haveria desse modo, uma aproximação entre a escrita teatral contemporânea e o processo de trazer à memória que é ativada com relação aos acontecimentos passados: lembra-se aos poucos, lembra-se por pedaços, lembra-se com lacunas.”. (p. 4, l. 4-8).

“Pensar a formação como ato criador torna-se elemento fundamental e plausível no sentido de tornar um indivíduo mais sensível, e de que esta sensibilidade possa alterar a maneira das pessoas se relacionarem no mundo, integrando aspectos há muito dicotomizados.”. (p. 4, l. 12-15).

“[...]. Acredito que esta formação será capaz de fazer com que cada um tenha capacidade de ordenar e conquistar sua própria autonomia, como sujeito criador, desencadeador e mediador do processo de construção de novos conhecimentos, e que esses conhecimentos possam formar pessoas mais livres, autoras, criadoras e criticas.”. (p. 4, l. 24-28).

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