FICHAMENTO
DO TEXTO: CORAÇÕES E MENTES: UM ESTUDO
ACERCA DAS POSSIBILIDADES DE RELAÇÕES DOS JOVENS E O TEATRO DE ALINE
CRISTIANE GRISA pela UFRGS – Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas.
“[...],
o jovem é um dos assuntos mais freqüentes na sociedade contemporânea, entretanto,
nos estudos e escritos especificamente teatrais não encontramos quase nenhum enfoque
de pesquisa preocupado ou direcionado para este grupo particular, [...].”. (P.
1, l. 10-12).
“[...]
para embasar a definição de jovem e juventude, encontra-se no sociólogo José
Machado [...]diz que este grupo não forma um todo coeso e homogêneo, não
podendo ser agrupados apenas por pertencer a uma “fase da vida”, ou seja,
possuir a mesma faixa etária, como um grupo de sujeitos que antecede a entrada
no mundo adulto. [...].”. (p. 1, l. 18-21).
“Para
Pais (2003, p.37) “A juventude é uma categoria socialmente construída, formulada
no contexto de particulares circunstâncias econômicas, sociais ou políticas,
uma categoria sujeita, pois, a modificar-se ao longo do tempo”.”. (p.1, l.
22-24).
“[...];
as culturas juvenis (leia-se culturas de classe) teriam sempre um significado
político, manifestado através da capacidade de resistência: com a moda, a
linguagem, as práticas de consumo.”. (p. 1, l. 30-32).
“[...]
através da análise do cotidiano, busca-se quais são e em que se fundamentam os
processos de constituição das culturas juvenis, tornando-se necessário verificar
se o teatro aparece dentro das práticas culturais exercidas pelos jovens contemporâneos
e como se dá tal relação.”. (p. 1, l. 37-40).
“[...],
ou seja, “(...) os jovens não participam do mesmo tipo de práticas sociais e
culturais, que as vivem de forma diferente (...); enfim, que a socialização dos
jovens, no domínio do lazer, origina diferentes culturas juvenis.”(Pais, 2003,
p.226-227).”. (p. 2, l. 4-7).
“Pavis
(1999, p.347), deixa claro que o teatro possibilita um ponto de vista sobre um acontecimento,
um olhar, um ângulo de visão. Este deslocamento provoca uma fricção da relação
entre olhar e objeto olhado, que fissura aquilo que denominamos real, abrindo a
entrada para possibilidades de outros reconhecimentos deste mesmo real, através
da construção de um novo olhar que estabelece: a teatralidade.”. (p. 2, l.
23-27).
“[...]
compreender a relação do jovem com o teatro.”. (p. 3, l. 7).
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