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quarta-feira, 16 de maio de 2012

FICHAMENTO DO TEXTO: CORAÇÕES E MENTES: UM ESTUDO ACERCA DAS POSSIBILIDADES DE RELAÇÕES DOS JOVENS E O TEATRO DE ALINE CRISTIANE GRISA


FICHAMENTO DO TEXTO: CORAÇÕES E MENTES: UM ESTUDO ACERCA DAS POSSIBILIDADES DE RELAÇÕES DOS JOVENS E O TEATRO DE ALINE CRISTIANE GRISA pela UFRGS – Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas.

“[...], o jovem é um dos assuntos mais freqüentes na sociedade contemporânea, entretanto, nos estudos e escritos especificamente teatrais não encontramos quase nenhum enfoque de pesquisa preocupado ou direcionado para este grupo particular, [...].”. (P. 1, l. 10-12).

“[...] para embasar a definição de jovem e juventude, encontra-se no sociólogo José Machado [...]diz que este grupo não forma um todo coeso e homogêneo, não podendo ser agrupados apenas por pertencer a uma “fase da vida”, ou seja, possuir a mesma faixa etária, como um grupo de sujeitos que antecede a entrada no mundo adulto. [...].”. (p. 1, l. 18-21).

“Para Pais (2003, p.37) “A juventude é uma categoria socialmente construída, formulada no contexto de particulares circunstâncias econômicas, sociais ou políticas, uma categoria sujeita, pois, a modificar-se ao longo do tempo”.”. (p.1, l. 22-24).

“[...]; as culturas juvenis (leia-se culturas de classe) teriam sempre um significado político, manifestado através da capacidade de resistência: com a moda, a linguagem, as práticas de consumo.”. (p. 1, l. 30-32).

“[...] através da análise do cotidiano, busca-se quais são e em que se fundamentam os processos de constituição das culturas juvenis, tornando-se necessário verificar se o teatro aparece dentro das práticas culturais exercidas pelos jovens contemporâneos e como se dá tal relação.”. (p. 1, l. 37-40).

“[...], ou seja, “(...) os jovens não participam do mesmo tipo de práticas sociais e culturais, que as vivem de forma diferente (...); enfim, que a socialização dos jovens, no domínio do lazer, origina diferentes culturas juvenis.”(Pais, 2003, p.226-227).”. (p. 2, l. 4-7).

“Pavis (1999, p.347), deixa claro que o teatro possibilita um ponto de vista sobre um acontecimento, um olhar, um ângulo de visão. Este deslocamento provoca uma fricção da relação entre olhar e objeto olhado, que fissura aquilo que denominamos real, abrindo a entrada para possibilidades de outros reconhecimentos deste mesmo real, através da construção de um novo olhar que estabelece: a teatralidade.”. (p. 2, l. 23-27).

“[...] compreender a relação do jovem com o teatro.”. (p. 3, l. 7).

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