Atmosfera e recepção numa experiência com o teatro na
Alemanha
“ No drama não se vê linguagem
mas o agente que a produz, de onde vem a dificuldade encara-lo como texto e o
engano de ver no diálogo e nas indicações cênicas uma espécie de “notação teatral ” Cleise
Mendes P1
“ Para que o filme nos veja como
propõe Jabor é preciso que alguma luz incida sobre nós, plateia, como incide na
tela para que vejamos o filme” p2
“ É preciso que a recepção seja
vista como livre das amarras importas pelo romantismo, que pressupõe o artista
genial e o receptor ignaro “ P2
“ nestas situações, identifica-se
“ o uso vago do termo atmosfera”. Ela lembra que uso da linguagem cotidiana, é
as vezes, até mais precisa do que os discursos especializados. P3
´”Kant teria contribuído para que
o julgamento, o questionamento, determinasse a aprovação ou a recusa de algo”
P4
“ Walter Benjamin se refere, com
seu conceito de aura, a uma atmosfera de distancia e de apreciação e de
apreciação, que uma obra original proporcional “ P4
“ Ela se manifesta na natureza
das coisas. O que equivale a dizer que o observador se entrega ao mundo das
coisas, ele compartilha a aura destas coisas. Na verdade a a aura é a algo
manifesto, é um percepção espacial, algo como um sopro, um vapor – uma atmosfera”
p5
Comentário
O autor destrincha o texto
passeando pelos conceitos de atmosfera, aura e recepção e faz um comparativo
entre estes conceitos com experiências vividas em espetáculos teatrais na
Alemanha. Em uma narrativa pessoal, o autor vai relatando experiências em que o
mesmo estabelecia uma troca concreta com o espetáculo, ou chegava em um momento
onde a atmosfera era realmente estabelecida.
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