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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012


Atmosfera e recepção numa experiência com o teatro na Alemanha

“ No drama não se vê linguagem mas o agente que a produz, de onde vem a dificuldade encara-lo como texto e o engano de ver no diálogo e nas indicações cênicas  uma espécie de “notação teatral ” Cleise Mendes P1

“ Para que o filme nos veja como propõe Jabor é preciso que alguma luz incida sobre nós, plateia, como incide na tela para que vejamos o filme”  p2

“ É preciso que a recepção seja vista como livre das amarras importas pelo romantismo, que pressupõe o artista genial e o receptor ignaro “ P2
“ nestas situações, identifica-se “ o uso vago do termo atmosfera”. Ela lembra que uso da linguagem cotidiana, é as vezes, até mais precisa do que os discursos especializados. P3
´”Kant teria contribuído para que o julgamento, o questionamento, determinasse a aprovação ou a recusa de algo” P4

“ Walter Benjamin se refere, com seu conceito de aura, a uma atmosfera de distancia e de apreciação e de apreciação, que uma obra original proporcional “ P4
“ Ela se manifesta na natureza das coisas. O que equivale a dizer que o observador se entrega ao mundo das coisas, ele compartilha a aura destas coisas. Na verdade a a aura é a algo manifesto, é um percepção espacial, algo como um sopro, um vapor – uma atmosfera” p5

Comentário
O autor destrincha o texto passeando pelos conceitos de atmosfera, aura e recepção e faz um comparativo entre estes conceitos com experiências vividas em espetáculos teatrais na Alemanha. Em uma narrativa pessoal, o autor vai relatando experiências em que o mesmo estabelecia uma troca concreta com o espetáculo, ou chegava em um momento onde a atmosfera era realmente estabelecida.

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